Estilistas e a 2ª Guerra Mundial

Assim como a guerra do início do século, a Segunda Guerra Mundial também trouxe consequências para a história da moda. Na Europa, berço de grandes etilistas da época, muitas maisons fecharam suas portas.
Influenciado pelos uniformes dos soldados, o vestuário feminino passou a contar com roupas e calçados mais sóbrios e pesados. Como consequência da guerra, fibras sintéticas, raiom e viscose assumiram o lugar antes ocupado pelos tecidos mais refinados. O racionamento de tecidos obrigou os estilistas a procurarem alternativas.


Em consequência do final da guerra surgiu nos Estados Unidos, em 1946, o ready-to-wear, ou seja, a produção em escala industrial que possibilitava que um único modelo de roupa tivesse diferentes numerações.
Mais tarde, a ideia foi importada para a França e transformado no famoso conceito do mundo da moda, o prêt-à-porter.
Em 1959, o ítalo-francês Pierre Cardin criou a primeira coleção prêt-à-porter. A coleção era uma parceria com a loja de departamentos parisiense, Printemps. A ideia era possibilitar que os clientes entrassem na loja, escolhessem suas roupas conforme sua numeração, e as levassem para a casa.

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